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Clube de Biologia e Geologia
Serra de S. Mamede

A natureza nos usos e costumes da Serra de S. Mamede (1989)

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CLUBE DE BIOLOGIA E GEOLOGIA SERRA DE S. MAMEDE

A NATUREZA NOS USOS E COSTUMES DA POPULAÇÃO DA SERRA DE S. MAMEDE

Maria Helena Reis Freire

PORTALEGRE, 1989

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FOLHAS DE ROSTO E COLOFÃO
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[capa: sobre fundo de cartas topográficas da região de Marvão, Portalegre e
Regengo, com o emblema do Clube]

2ª Edição

Fotografia de:
- João José Bica
- Raul Ladeira
- Luis Fernando Leite Rio

[colofão]
Composto e Impresso na INGRAPOL, Portalegre Outubro de 1992
500 ex.

[dedicatória, pág. 5]

Ao amigo do Clube de Biologia e Geologia Serra de S. Mamede, Sr. Engenheiro
José Vicente Malato Beliz, professor da Universidade de Évora, que tem
dedicado muito da sua vida ao estudo da flora da Serra de S. Mamede.

[nota, pág. 7]

Comunicação apresentada na I Semana de Estudos Etnográficos e Folclóricos do
Distrito de Portalegre, de 29 de Junho a 3 de Julho de 1988, em representação
do Clube de Biologia e Geologia Serra de S. Mamede.

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TEXTO [pág. 9]
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As águias do rochedo e a flor e os ramos
E a noite escura e as luzes da alvorada
Perguntam que destinos nos consomem...
E os astros dizem: - Onde vai o homem?

Antero de Quental

A serra de S. Mamede e as suas ramificações constituem o principal acidente
montanhoso do sul do País. A sua maior altitude é de 1.025 metros e os seus
prolongamentos são formados pelos contrafortes de Castelo de Vide e Marvão,
prolongando-se o primeiro até à serra de Portalegre. A orientação NW-SE deste
conjunto montanhoso confere-lhe, sob o ponto de vista botânico,
características muito próprias, de variado interesse e com uma paisagem de
extrema beleza, qualquer que seja a época do ano. O facto deve-se à existência
do clima: um tipicamente mediterrânico, quente e seco, nas encostas submetidas
a SW e outro, frio e húmido, nitidamente atlântico, nas encostas voltadas a
NE. Esta diferença climática permite o aparecimento de uma flora variada.
Aquela formação geológica surge da planície alentejana como um acidente
orográfico, com vales e montanhas, carvalhais, soutos e castinçais, que [pág. 10]
encantam o estudioso e o visitante.

Redescobrir as raízes culturais e de preservação da identidade desta região é
um acto louvável e desejável. Num mundo em que a televisão e os outros "media"
contribuem para esbater e alterar os aspectos culturais dos povos, é
necessário que se preserve uma identidade que também passa pela Etnografia e
pelo Folclore.

Ao ser solicitada a participar num encontro desta natureza, interroguei-me se,
possuindo uma formação científica ligada ao mundo vivo, poderia dar algum
contributo para a I Semana de Estudos Etnográficos e Folclóricos do Distrito
de Portalegre. Depois de alguma reflexão, os pontos de contacto surgiram. As
plantas, as rochas e a água não terão estado ligadas aos usos e costumes das
populações locais?

Os antigos aprendiam a conhecer as plantas medicinais, que desempenhavam um
papel importante no quotidiano de todas as populações. Os remédios de origem
vegetal têm suscitado o interesse das pessoas ao longo da História. A fonte de
sabedoria tem sido a experiência acumulada através dos tempos. Nas populações
da região de S. Mamede ela remonta aos Romanos, acumulada pelos Arabes e
entregue aos herdeiros que hoje somos.

Apesar das plantas medicinais serem utilizadas em todo o mundo, quais as que
têm sido consumidas pelas populações da Serra de S. Mamede?

A pergunta foi feita a várias pessoas ligadas ao mundo rural. Verificou-se
que, de um modo geral, todas elas as utilizam, embora as mais idosas tivessem
conhecimento de um maior número de espécies. Vulgarmente utilizada é a
Borragem, Borago officinalis L., para a cura do reumatismo e da tosse. Outra
planta muito conhecida, como a Erva das verrugas, é o Chelidonium majus L.,
cujo suco serve para queimar as verrugas ou os calos. Esta planta contém
alcaloides tóxicos pelo que é desaconselhável ingeri-la fresca ou seca.

Quem percorre os matos na altura da Primavera encontra em S. Mamede uma
leguminosa, a Carqueija, Chamaespartium tridentatum (L.) Gibbs, muito [pág. 11]
utilizada para acender fogueiras e lareiras e cuja flor faz um chá medicinal
usado para o estômago e fígado.

Outra espécie muito comum e também utilizada para chás contra as infecções é a
Sargacinha, Lithodora prostrata (Loisel.) Griseb, cujas flores azuladas
salpicam a paisagem de Dezembro a Setembro. Esta planta apresenta duas
subespécies, prostrata e lusitanica, uma do Norte e outra do Sul que, na área
da Serra de S. Mamede, se sobrepõem.

Outra, com pequenas inflorescências verdes do lado da sombra, que se tornam
púrpuras quando expostas ao sol, apresentam propriedades hemostáticas,
digestivas e diuréticas; trata-se da Sanguisorba minor Scop. subsp. magnolii
(Spach) Coutinho, a vulgar Pimpinela. Actualmente é vulgar encontrar-se à
venda no Mercado Municipal de Portalegre uma planta aromática, Salva brava,
Salvia officinalis L., que tem várias aplicações (asma, melancolia) devido às
suas propriedades antiespasmódicas e estimulantes.

Perto das povoações, de uma forma cultivada ou surgindo espontaneamente,
encontra-se o Sabugueiro do qual em S. Mamede, aparecem duas espécies:
Sambucus nigra L. e Sambucus ebulus L.. Esta planta, nos meios rurais,
aplica-se nos inchaços das pessoas e dos animais.

Instalada nas paredes ou em moitas, é vulgar em toda a região a Parietaria
judaica L., Alfavaca de cobra, planta vivaz, com propriedades diuréticas,
depurativas e refrescantes.

Muitas outras, tais como o Fel da terra, Centaurium erythraea Rafn, a
Camomila, Chamomilla aurea (Loefl.) Cosson & Kralik, a Hortelã da ribeira
Mentha x piperita L., o Poejo, Mentha pulegium L., a Cidreira, Citrus medica
L., O Cardozol, Centaurea ornata Willd., a Erva de S. Roberto, Geranium
purpureum Vill, a Malva, Malva sylvestris L., a Erva pinheira orvalhada,
Drosophyllum lusitanicum (L.) Link, e a Abeloura, Digitalis purpurea L., são
vulgarmente utilizadas na região como plantas medicinais.

As plantas, além da sua aplicação na medicina popular, estão também
relacionadas com as crendices. A titulo de exemplo, refira-se a Ruta [pág. 12]
chalepensis L., de nome vulgar Arruda. Com ela fazem-se cruzes para afastar a
trovoada e raminhos que são colocados nas casas contra o mau olhado. Esta
espécie de Arruda não aparece espontâneamente em S. Mamede.

Outras, ainda, são usadas para o fabrico de utensilios necessários à faina da
lavoura, como é o caso da abeloura e do sargaço. Com a abeloura, na região do
Porto da Espada, fazem-se vassouras, denominadas "baleios" para varrer as
eiras. O sargaço, Cistus salvifolius L., utiliza-se no fabrico de "vassouras"
para varrer os fornos.

Árvore como a Tília, Tília cordata Miller, é das mais solicitadas para fazer
chá, devido às suas flores aromáticas com propriedades sedativas. A Lúcia
Lima, Phyla canescens (Kunth) Greene, planta introduzida na Europa em meados
do séc. XVIII, é vulgarmente utilizada para fazer chá, na região de S. Mamede.

Não podíamos deixar de referir o célebre Loureiro, Laurus nobilis L.,
utilizado não só como aromática na alimentação como, também, durante o Natal,
para enfeitar os presépios e fazer apitos, "galapitos", que se ouviam em
épocas passadas na missa do galo, em Castelo de Vide.

As plantas também influenciaram muitas canções populares da região, cujo
estudo seria interessante fazer.

A estação, por excelência, para as plantas é a Primavera. Nela a Serra
reveste-se de muitas flores, das quais ressaltam as brancas das estevas,
Cistus ladanifer L. e Cistus psilosepalus Sweet, muito utilizadas para o
fabrico do carvão, localmente designado por "picão".

Durante o mês de Maio, fazia-se por toda a região a dança da Saudação à
Primavera, ao som dos harmónios, como um hino ao Criador. As raparigas
chamadas "As Maias", enfeitadas com flores amarelas dos Pampilhos das searas,
Chrysanthemum segetum L., desfilavam pelas ruas com as suas canções
características.

Neste mês, fértil em tradições, é costume comer-se castanhas assadas, por
isso, talvez o nosso povo diga: [pág. 13]

Na Serra de S. Mamede
Tem meu pai um castanheiro
Que dá castanhas em Maio
E cravos roxos em Janeiro

O fruto do castanheiro, Castanea sativa Miller, muito utilizado na culinária,
visto que esta árvore, em tempos passados, ocupava grande área florestal em S.
Mamede. Os frutos referidos foram utilizados para o fabrico do pão; as varas,
para o fabrico de cestos e escadas. Actualmente o castanheiro está em
declínio, devido não só à doença da tinta, que tem dizimado muitos soutos e
castinçais, como também ao facto de se terem feito cortes em larga escala para
a extração da madeira, sem se ter em conta o plantio de novas árvores. No
entanto, ainda existem artesãos que se dedicam ao fabrico de cestos, varas e
escadas, embora este artesanato esteja a decrescer.

A mancha de castanheiro era de tal modo densa que escondia o casario de uma
aldeia que, devido a este facto, foi denominada Escusa. A esta aldeia também
estão ligados os fornos de fabrico de cal, uma das indústrias mais importantes
do distrito no início do século. Estes fornos encontram-se espalhados por todo
o vale da Escusa, constituindo um conjunto de grande interesse sob o ponto de
vista da arqueologia industrial. Eles foram importantes para a economia das
populações locais desde o tempo dos romanos, tendo sido utilizados até há
cerca de 30 anos. A matéria prima para o fabrico de cal era o calcário
dolomítico, muito abundante nesta zona e bem evidente nas denominadas
"caleiras".

Os calcários dolomíticos são rochas essencialmente carbonatadas, com
percentagem de 10 a 50% de dolomite e estendem-se por todo o vale de origem
devónica, desde a Escusa até ao Porto da Espada.

Aqui se situa a Cova da Moura, extenso poço que parece dar acesso a uma enorme
galeria que comunica com as referidas caleiras. A este poço está ligada uma
lenda de uma moura encantada que lá vive e que veda o acesso do seu palácio
aos tímidos que não são capazes de realizar uma aventura de descoberta. A [pág. 14]
entrada desta gruta é ladeada por uma traqueofita, Asplenium scolopendrium L.,
Lingua cervina, bem adaptada às zonas sombrias e húmidas e que é utilizada na
medicina popular para o fabrico de mézinhas. Segundo a tradição, esta caverna
foi utilizada para guardar chumbo, no tempo dos romanos. Assim, aos povos de
Medrobriga (célebre cidade romana que existiu nesta região e que segundo
alguns se chamaria Medribriga) denominavam-se plumbários (chumbeiros).

Em toda esta importante formação calcária encontram-se estalactites e
estalagmites que, muitas vezes, têm sido tão mal tratadas e utilizadas em
jardins como rochas ornamentais.

Toda esta paisagem tem um aspecto muito característico, em que o avermelhado
dos calcários ressalta de entre os verdes, amarelos e castanhos da vegetação.

Interessa, ainda, referir as arcoses da serra de S. Paulo, junto de Castelo de
Vide. Elas eram esmagadas e peneiradas constituindo, assim, um produto
comercial, conhecido como "areias de S. Paulo", com as quais se esfregavam
bancos e panelas.

Na serra de S. Mamede não pode ser esquecido um importante recurso: as
nascentes termais que, actualmente e em tempos passados, foram polo de
atracção, não só para as populações locais, mas para muitos que vinham à
procura de saúde.

Refiram-se, ainda, as termas da Fadagosa, no concelho de Marvão, que
actualmente estão desactivadas, tendo tido um papel preponderante na região,
no início do século, embora já fossem exploradas antes de 1780. Situadas na
herdade do Pinheiro, nelas existia um Hotel que, aos preços de 1$500 réis para
a 1ª classe, 1$00 réis para a 2ª classe e 400 réis para a 3ª classe, fornecia
pensão completa com banho de imersão diário.

Era também local de convívio, com casino e salões de baile onde os pianos
tocariam, certamente, as valsas, as mazurcas e as polcas. Aos banhistas eram
fornecidas informações sobre passeios (ao rio Sever, à Torre, a Castelo de
Vide, a Marvão, aos Olhos de Agua, ao Prado etc...), para ocuparem parte do [pág. 15]
seu tempo durante a estada por estas paragens.

Estas águas impunham-se não só para portugueses mas, também, para os
espanhóis, para o tratamento de reumatismo, doenças da pele, fígado,
intestinos, etc. Eram classificadas de tépidas, porque brotavam à temperatura
de 22º C, hiposalinas, bicarbonatadas sódicas, sulfídricas, siliciosas e
férreas, com cheiro e sabor levemente sulfuroso.

Todo este complexo era apoiado pelo caminho de ferro, que estabelecia bilhetes
a preços reduzidos, durante a época balnear, de 1 de Junho a 15 de Outubro, e
por carros de aluguer que transportavam os visitantes desde a Beirã até à
Herdade do Pinheiro.

Falar da água e da sua influência nas populações locais é um tema vasto e
inesgotável, porque a sua relação com a vida delas é constante ao longo do
tempo. São, também, exemplo disso "os pisões" que deram nomes às propriedades
onde existiram e os moinhos de água espalhados por toda a região do Sever.
Estes influenciaram a poesia popular de que, a título de exemplo, se citam as
seguintes quadras:

Moinho que estás cantando
A tua velha canção
Contente porque vais dando
Farinha p'ro nosso pão

Moleiro do rio Sever
Anda sempre enfarinhado
Cobra a maquia a seu jeito
Traz sempre a gente enganado!

Plantas, rochas e água são os elementos da Natureza que têm estado a ser
referidos. Será que os animais não estarão, também, relacionados com os
hábitos locais? É evidente que sim. Refira-se, ainda hoje, o hábito alimentar
de comer pernas de rã. As espécies deste batráquio existentes na serra são a [pág. 16]
Rana ibérica e a Rana perezi.

Até que ponto os hábitos alimentares não terão contribuído para a redução do
número de exemplares de alguns animais? Assim teria também sucedido com a
extinção da Truta (Truta fario L.), habitante do rio Sever.

Continuando, ainda, nesta mesma linha de extinção de espécies, refira-se o que
se tem passado com o lobo, vítima de uma caça implacável, praticamente
deixando de existir. Matar um lobo era considerado, nesta Região de S. Mamede,
serviço público e a pessoa que o trazia às costas tinha o prémio de poder
pedir géneros, que lhe eram logo dados.

Por nos parecer de interesse, gostaríamos de salientar alguns dados deste
animal. O lobo da Península Ibérica é a subespécie do lobo cinzento europeu e
designa-se por Canis lupus signatus por apresentar uma faixa escura nas patas
dianteiras. Os lobos, actualmente, já não se associam em alcateia devido à
redução das presas naturais e das perseguições a que têm sido sujeitos através
dos tempos. Agora caçam individualmente ou aos pares. Parece que, segundo
estimativas recentes, vivem na Península Ibérica entre 600 a 700 animais,
entre os quais 100 a 200 no território português. Actualmente, em Portugal,
apesar de ser uma espécie protegida, com período de defeso de Março a
Setembro, todo o ano o lobo é alvo de caça, utilizando diferentes práticas.
Atitudes fortemente enraizadas continuam a considerá-lo como um animal
prejudicial. Tem sido, assim, dada às pessoas a noção de animais maus que era
preciso exterminar.

A classificação entre animais bons e maus tem sido ensinada às crianças e
perdurou através dos tempos. O desconhecimento da existência de cadeias
alimentares e de transferência de energia motivou a atitude referida.

Tentou-se, assim, com este trabalho, fazer ressaltar alguns aspectos que
pareceram mais significativos na relação natureza/usos e costumes locais.

O homem habita dois mundos: o da Biosfera, que herdou, e o da Tecnologia que
criou. Um é o mundo das plantas, dos animais, das rochas, das águas de que ele [pág. 17]
faz parte e o outro o das instituições sociais, constituindo um ambiente
obediente aos objectivos e directrizes humanas.

Quando reflectimos sobre os usos que o Homem faz da terra, confrontamo-nos com
problemas referentes ao ambiente e ao conforto. O Homem tem abandonado cada
vez mais as suas tradições e tem criado montanhas de lixo, que não são mais do
que sub-produtos do modo como deseja viver. Parece-nos, contudo, que no mundo
actual, reviver e ao deixar perder usos e costumes locais é uma estratégia
desejável, não só para o Planeta Terra, mas para o próprio Homem.

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CADERNO DE FOTOGRAFIAS
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[pág. 19]
A Borragem
A Erva das Verrugas
A Salva Brava

[pág. 20]
O Loureiro
A Abeloura
As Maias

[pág. 21]
Fonte da Mealhada, Castelo de Vide
Arcoses
O Castanheiro

[pág. 22]
Rio Sever
Termas da Fadagosa
Fornos de Fabrico de Cal

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BIBLIOGRAFIA [pág. 23]
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Album Alentejano (separata) - Câmara Municipal de Marvão

Gomes, Luis (1911) - "A Fauna Agrícola do Alto Alentejo", volume manuscrito
pertencente à família e cedido pelo Sr. Dr. José Martins dos Santos.

Magalhães, A. Matos (1872) - "A Estação Termal da Fadagosa", Lisboa: Centro
Typ. Colonial.

Malato Beliz, J. (1970) - "A Serra de S. Mamede e a Conservação da Natureza",
Câmara Municipal de Castelo de Vide.

Malato Beliz, J. (1986) - "Valor Científico e Interesse Didático da Flora e
Vegetação da Serra de S. Mamede."

Selecções do Reader's Digest (1983) - "Segredos e Virtudes das Plantas
Medicinais".

Ward, Bárbara (1973) - "Uma Terra Somente", Comp. Melhoramento de S. Paulo.

Opúsculo apresentado por - "Grupo Lobo" (1988) da Faculdade de Ciências de
Lisboa.

"Sabia que", Maria Guadalupe Alexandre, Distrito de Portalegre

Recolhas de poesia popular de João Vidal