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Clube de Biologia e Geologia
Serra de S. Mamede

Postais

Os postais editados pelo Clube de Biologia e Geologia Serra de S. Mamede identificam elementos característico da Serra de S. Mamede, com exemplares de animais, plantas e elementos geológicos.

As fotografias constantes nestes postais, na maior parte delas, são da autoria dos fotógrafos João Bica, Luís Leite Rio e Raúl Ladeira e vão devidamente identificadas.

Dos doze postais editados, sete foram custeados pela Manufacturas de Tapeçarias de Portalegre, sendo os restantes suportados pelos fundos próprios do Clube de BGSSM.

Estes postais serviram quer para divulgação da Serra de S. Mamede, quer de cortesia junto das entidades para as quais o Clube de BGSSM tinha sido solicitado a participar, quer em acções de informação das actividades do Clube nas comunidades locais e regionais, e de sua iniciativa.

Os postais

  • Frei Agostinho de Santa Maria e o castanheiro (Castanea sativa)

    Foto de Raúl Ladeira

    Frente do postal «Frei Agostinho de Santa Maria e o castanheiro»
    Frente
    Verso do postal «Frei Agostinho de Santa Maria e o castanheiro»
    Verso
    Texto da frente
    ..da Cabeça de Moufo, & da amenidade, & frefura da terra, fe compoz o nome de Porto Alegre... em hum frefco fitio, regado de claras, & excellentes aguas, povoado de diverfas arvores, em circuito de quafe tres legoas de olivaes, vinhos, pomares, & foutos de caftanha, & bravio para maderas...

    Frei Agostinho de Stª Maria
    1711
  • A Serra de S. Mamede

    Frente do postal «A Serra de S. Mamede»
    Frente
    Verso do postal «A Serra de S. Mamede»
    Verso
    Texto da frente
    A SERRA DE SÃO MAMEDE

    A Serra de S. Mamede é o relevo mais importante a sul do Tejo; situa-se no Nordeste Alentejano, junto da fronteira, prolongando-se pelo país vizinho. No entanto, as elevações mais importantes localizam-se em Portugal, sendo o ponto mais elevado, 1027m, no V.G. S. Mamede. Apresenta uma direcção NW-SE com cerca de 40Km de comprimento e 10Km de largura. As vertentes que são expostas a SW têm um clima mais quente e mais seco - Mediterrânico - do que as que estão expostas a NE, com um clima mais frio e mais húmido - Continental.
  • Corte geológico da Serra de S. Mamede

    Frente do postal «Corte geológico da Serra de S. Mamede»
    Frente
    Verso do postal «Corte geológico da Serra de S. Mamede»
    Verso
    Texto da frente
    CORTE GEOLÓGICO DA SERRA DE SÃO MAMEDE

    A massa montanhosa é formada, a norte, pelo GRANITO DE CASTELO DE VIDE, que interrompe as estruturas hercínicas e, a ocidente, pelos GRANITOS TECTONIZADOS DE PORTALEGRE. Todavia, o núcleo mais importante da serra, que se estende para sudoeste, corresponde aos terrenos paleozóicos do SINCLINÓRIO DE PORTALEGRE, pertencentes ao ORDOVÍCICO, SILÚRICO E DEVÓNICO.

    (FONTE: GONÇALVES, FRANCISCO - 1986)
  • Estalactites, calcário dolomítico

    Foto de João José Bica · Caleiras da Escusa

    Frente do postal «Estalactites, calcário dolomítico»
    Frente
    Verso do postal «Calcário dolomítico»
    Verso
  • Bufo-real (Bubo bubo)

    Desenho de Paulo Conde

    Frente do postal «Bufo-real»
    Frente
    Verso do postal «Bufo-real»
    Verso
    Texto da frente
    BUFO-REAL
    Bubo bubo (Linnaeus)

    O Bufo-real é a maior e mais possante das rapaces nocturnas europeias. Nos seus dejectos pode-se encontrar restos de outras aves predadoras, nocturnas e diurnas. Talvez, devido a essas tendências "superpredadoras" seja tão odiado e temido pelas demais rapaces. Encontra-se bem distribuído pela Serra de S. Mamede, bem como por todo o Nordeste Alentejano. Vive em todo o tipo de terrenos, abranjendo territórios muito extensos, tendo preferência por rochedos e barrancos situados em altitudes médias, próximos de florestas.
  • Sapo-comum (Bufo bufo)

    Foto de João José Bica, Luís Leite Rio ou Raúl Ladeira

    Frente do postal «Sapo-comum»
    Frente
    Verso do postal «Sapo-comum»
    Verso
    Texto da frente
    Sapo-Comum
    Bufo bufo (Linnaeus, 1758)

    Encontra-se presente uniformemente em todo o território português. Na região da Serra de S. Mamede, é bastante abundante, se bem que os atropelamentos e alguns actos humanos, cruéis, constituam uma ameaça para este e outros anfíbios. O sapo é essencialmente terrestre, mas tem preferência por lugares húmidos. Abriga-se sob pedras e em buracos, próximo de cursos de água. Os sapos são animais totalmente inofensivos. São amigos de todos os amantes de plantas, pois alimentam-se de insectos, vermes e moluscos que, usualmente, molestam as plantas.
  • Cegonhas (Ciconia ciconia)

    Foto de João José Bica

    Frente do postal «Cegonhas»
    Frente
    Verso do postal «Cegonhas»
    Verso
  • Vaca-loura (Meloe majalis)

    Foto de Luís Leite Rio

    Frente do postal «Vaca-loura»
    Frente
    Verso do postal «Vaca-loura»
    Verso
  • Erva-pinheira-orvalhada (Drosophyllum lusitanicum)

    Foto de João José Bica, Luís Leite Rio ou Raúl Ladeira

    Frente do postal «Erva-pinheira-orvalhada»
    Frente
    Verso do postal «Erva-pinheira-orvalhada»
    Verso
    Texto da frente
    ERVA PINHEIRA ORVALHADA
    Drosophyllum lusitánicum (L.) Link

    Planta com uma base lenhosa que existe nos pinhais, em pequenas clareiras, com flores amarelas, possuindo pequenas vesículas sugadoras. São estas vesículas que atraem os insectos, conferindo a esta planta a designação de carnívora.
  • Açafrão-silvestre e narciso (Crocus carpetanus e Narcissus triandrus subsp. pallidulus)

    Foto de João José Bica

    Frente do postal «Açafrão-silvestre e narciso»
    Frente
    Verso do postal «Açafrão-silvestre e narciso»
    Verso
  • Erva-dos-três-pastorinhos (Linaria triornithophora)

    Foto de Luís Leite Rio

    Frente do postal «Erva-dos-três-pastorinhos»
    Frente
    Verso do postal «Erva-dos-três-pastorinhos»
    Verso
  • Rosa-albardeira (Paeonia lusitanica)

    Foto de Luís Leite Rio

    Frente do postal «Rosa-albardeira»
    Frente
    Verso do postal «Rosa-albardeira»
    Verso